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19.2 - Sabemos, mas não queremos....

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Por vezes há situações que sabemos que não se adequam a nós, que algo não está certo, mas ainda assim ignoramos o que a razão tem para nos dizer e seguimos instintos desconhecidos, damos ouvidos a vontades irreverentes . Andamos a deambular pelo tempo, pela ilusão, a deambular pela vida em cima de uma corda bamba que a qualquer momento nos pode pregar uma partida deixando-nos cair em queda livre, uma queda sem chão à vista mas que eventualmente haverá de aparecer e quando tal acontecer , não vai ter um colchão ou uma rede à nossa espera para suportar o impacto da queda. Andar de para-quedas não é uma prática comum, por isso, será muito pouco provável que se consiga evitar uma queda desastrosa. Como dizem e bem, prevenir é o melhor remédio e , nesse caso, o prevenir passa por dar ouvido ao que a razão tem para dizer.

19.1 - Distorção do tempo

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E eis que o tempo fica distorcido de diversas formas e inversamente proporcional consoante a ocasião. Aquilo que parecem ser meses são afinal semanas, aquilo que parecem ser semanas, são afinal apenas alguns dias, e o que parece já ter demorado vários dias, passou-se apenas há algumas horas... Há ocasiões em que as horas se transformam em escassos minutos (muito menos que 60 seguramente) e esses minutos, voam como se se tratassem de breves segundos, breves instantes, momentos fugazes que queremos que perdurem, mas que são como um pestanejar, com a diferença de que queremos que eles sejam notados, memorizados, apreciados e não algo que acontece sem sequer darmos por isso (como o pestanejar). Como tudo na vida, há que encontrar um meio termo e aprender a lidar com essa distorção do tempo e entender o que o mesmo pode significar.

18.18 - Remarcable dates + Happy New Year 2019

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Ao longo da nossa vida há datas que são memoráveis, algumas delas por bons motivos, outras por maus motivos ou acontecimentos trágicos. Existem também as coisas que vão acontecendo de forma gradual, que não são possíveis de serem carimbadas num só dia do calendário. Vão simplesmente ganhando forma até que chega ao dia e damos conta delas (como é o caso das infelizes doenças que estão escondidas e que de um dia para o outro ou de uma semana para a outra ou de um mês para o outro, se lembram de dizer que estão presentes e exigem a nossa atenção... e não só).  Aquelas que, regra geral são possíveis de estarem assinaladas com uma data, como por exemplo 07-12-2018 (uma data possivelmente aleatória), são datas que na maioria das vezes são como um marco, definindo eventualmente um antes e um depois. São datas que por alguma razão se tornam importantes para nós e que, por causa disso, dessa importância, dificilmente serão ignoradas ou esquecidas. Se têm datas importantes, não se esqueçam...

18.17 - Multiplicando por não sei quantas vezes

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Este sentimento não é algo novo, pois já tivera várias vezes a infelicidade de o processar, de o sentir na pele e não só (porque se ele se ficasse apenas pela pele e não se entranhasse em tudo o que me preenche, seria bem mais fácil). É um sentimento que causa mossa, que nos martela no coração, na alma, e fá-lo com uma duração, intensidade e em intervalos aleatórios.  O que é novo é que, desta vez, e devido às circunstâncias, a sua intensidade é não sei quantas vezes muito superior às anteriores situações. Se anteriormente o sentimento era baseado apenas numa ideia, numa utopia e em pensamentos abstractos, na hipotética realidade dos "ses", desta vez é baseado é algo mais palpável, mais concreto. Infelizmente isso não invalida que o resultado final da equação possa ser o mesmo, mesmo que seja uma equação com variáveis que diferem em muito a sua composição e o que podem por isso dificultar o seu cálculo, o resultado prático poderá ser, lamentavelmente, igual (poderia ver isso...

18.16 - We don't know

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Não sabemos o futuro, o dia de amanhã. Podemos apenas pensar que conhecemos o presente e tentar não esquecer o passado durante o máximo de tempo que for possível, já que serão as memórias de ontem e o dia de hoje que nos vão conduzir a um futuro ao nosso amanhã até não haver um amanhã ... O resto está dito na letra desta música, que por acaso deixo aqui uma alternativa ao videoclip oficial porque acho que a música merecia um videoclip diferente. Não que o referido videoclip não tenha a sua piada, simplesmente acho que não se encaixa nesta música.   We Don't Know The Strumbellas Well I know it gets harder every single day And I know my darkness will never go away It's hard when you're living and you don't feel much And you're down and you're hoping that things are gonna change Oh we don't know the roads that we're heading down We don't know if we're lost, that we'll find a way We don't know if we leave, wi...

18.15 - Afraid of a song?!

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Já vos aconteceu ouvir uma música que vos apanhou de tal forma desprevenido(a) que vos fez ficar com receio de a ouvir de novo?!! I sto porque no momento em que a ouviram, as circunstâncias ou o ambiente, vos fez pensar em coisas menos agradáveis, coisas essas que vos faria não ter vontade de repetir a experiência?! Foi precisamente isso que me aconteceu com a música que aqui deixo.  Pode parecer algo simplista, ou ter sido criada com um determinado propósito, mas no momento em que a ouvi, acertou-me em cheio e por momentos vi-me numa situação que não anseio e da qual tenho algum receio.  Felizmente consegui re-ouvi-la sem que tivesse de reviver os pensamentos anteriores. Digamos que o ambiente, o momento e a nossa predisposição, fazem toda a diferença perante determinadas músicas.

18.14 - Ingenuidade

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Podemos tentar ser o mais astutos possível, ou desconfiados (se quisermos usar uma palavra mais directa) mas por vezes a nossa ingenuidade, aliada às circunstâncias (que podem ser as mais diversas) consegue levar a sua avante e depois deixa-nos à deriva para lidar com uma espécie de agravamento das circunstâncias iniciais. Para tentar ser mais específico, coisa que, para quem conhece minimamente este blogue, não costuma acontecer por estas bandas, posso dizer que a ingenuidade a que me refiro tem a ver com o facto de pensarmos que pessoas desconhecidas, e eventualmente anónimas, podem ser a solução para algum  (ou alguns) problema nosso. Sentimos a necessidade de querer acreditar, de querer confiar e na sequência disso vamos-nos distanciando da realidade, vamos-nos deixando envolver pelas emoções e assim rejeitando cada vez mais a razão. É como se estivéssemos a presenciar (e participar), e a acreditar, num número de ilusionismo já treinado e dominado pelo ilusionista. É bom q...