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17.3 - Saint Sister - Corpses

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"I never thought that when you built our home, you’d make it out of blood and bones..." We stand hand to/in hand like corpses Our friends are corpses too And the mand who do the photograph likes to look at you ...... Darlin i have tried to fix you I can't count the time that i [would] have kissed you ...... I never thought that when you built our home, you’d make it out of blood and bones ...... Darlin one of us should go My eyes were the first to disapear Then went my nose then went my ears No eyes and no nose There's death that i chose You're dead, i'm dead You said that i Bled You dried ...... It's contagious My fear and your pain We look like corpses  and our friends look the same we all stood together for worse or for better we all stood together for a photograph ......

17.2 - Eis a questão

O que fazer quando desejamos esquecer algo ou alguém mas ao mesmo tempo, e na realidade, pode não ser exactamente isso que se pretende? - É lidar com a situação, pois então!? Não há outra alternativa. Se te sujeitaste a tal, então terás de ser tu também a desenvencilhares-te. Não te esqueças que há coisas que podem não ser um problema e só o são se tu assim entenderes. Analisa os pormenores ou os critérios do assunto e pondera. 

17.1 - Ilusões

Por vezes a vida resume-se a uma série de ilusões que nos guiam ao longo do tempo e das circunstâncias. Há quem diga que vamos aprendendo com os erros e há também a vertente de que vamos aprendendo a lidar com as ditas ilusões, pois na medida do possível vamos delineando o nosso caminho com base na nossa capacidade de lidar com as situações que vão surgindo e vamos dando resposta às mesmas fazendo as nossas escolhas com a convicção de que estamos a fazer o que é certo. Infelizmente há coisas que no momento nos parecem certas e depois acabam por não o ser, e felizmente também acontece o inverso... embora mais raramente. De tempos a tempos e não necessariamente respeitando um período de tempo regular, mas antes determinadas circunstâncias, eis que volta à baila o sentir algo sem sentido, um querer estar presente sem razão aparente e depois sentir um murro no estômago quando se queria que o que fosse nao é e só patecia ser porque assim o imaginávamos pu desejávamos. ironicamente e lam...

16.17 - Dança, Dança, Dança ... Haruki Murakami

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Dança, Dança, Dança é o livro que dá continuação à história do personagem (ou algumas personagens) do livro Em Busca do Carneiro Selvagem, no entanto, pode também ser lido como um livro independente já que a sua "história" tem um princípio e um suposto fim. Quem já leu outros livros de Murakami poderá não se surpreender muito com este livro, quer pela positiva, quer pela negativa. Há que dar algum desconto devido ao facto deste livro já ter sido escrito há muito muito tempo, pois caso não o tivesse sido, na minha opinião, as referências musicais e às refeições (dois elementos típicos dos livros de Murakami) acabam por aparecer aqui talvez num tom de ligeiro exagero (há também a desculpa do título do livro ...como é que se dança sem música?!). Se fossemos pesquisar ou tentar conhecer todos as músicas ou bandas mencionadas neste livro, nunca mais o acabávamos de ler. Por outro lado, quem tiver paciência, tem pela frente um óptimo desafio, pois embora haja referências a músi...

16.16 - Portugal - Campeão Europeu 2016

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Quem me conhece sabe que não sou das pessoais mais efusivas em termos de festejos ou de me expressar, no entanto, de forma simples e comedida, não deixo de estar satisfeito com esta vitória de Portugal. Nem tudo há de ser mau no que respeita ao nome do nosso país. Não sendo um expert na matéria, percebo que Portugal, ou melhor, a equipa portuguesa, pode não ter demonstrado ao longo deste campeonato europeu um futebol  digno de se sagrarem os campeões, mas ainda assim conseguiu o suficiente e melhor do que tudo, não desistiu de acreditar e lutou até ao fim, tendo assim conseguido pela primeira vez obter este título...CAMPEÕES EUROPEUS DE FUTEBOL! Pelo menos nisso estamos de Parabéns e que estes breves momentos de festa sirvam para esquecer as amarguras dos restantes dias. 

16.15 - Not a fairy tale, but also, not a sweet dream

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A nossa vida pode não ser um conto de fadas. É simplesmente como muitas outras, um enorme conjunto de momentos, com os seus momentos positivos e negativos, com os problemas fugazes e outros que teimam em permanecer (regra geral esses são aqueles que não dependem só de nós, ou melhor, quase nem dependem de nós, mas afectam-nos de forma massiva). Infelizmente a minha pode estar a caminhar para se tornar um (pequeno, médio ou grande...até parece um menu) pesadelo. O click ou o pontapé de saída pode até já ter acontecido e agora ser apenas uma questão de para lá caminhar, só espero que essa caminhada seja feita com passos de formiga (como aquele jogo de infância em que tínhamos de avançar até certa meta conforme o tipo de passos que podíamos dar) e isto no que diz ao tamanho deles e não à sua velocidade, pois em termos de velocidade escolheria sem dúvida um amigo caranguejo, que andasse bem para trás ou para os lados, esquivando-se ...

16.14 - "Adoro" quando ... e as orelhas de elefante

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"Adoro" quando ... As pessoas estão tão ocupadas nas suas tarefas ... possivelmente a trabalhar a ponta dos dedos nas teclas dum teclado "tac tac tac tac tac paa tac tac paa tac ........". Subitamente um telefone toca, toca, toca ... há quem não possa quebrar o ritmo, as suas tarefas, e por isso ignora, ignora, não atende ... parece que "it's my turn to pick it up" e quando isso acontece, é como se o "tac tac tac tac tac paa tac tac paa tac ........" fosse demasiado alto (sonoramente falando) para quem está do outro lado da linha me conseguir ouvir ou vice-versa, e eis que se faz silêncio! É como se aparecessem, quase assim do nada, umas enormes orelhas de elefante. Mesmo que não fossem orelhas de elefante ... já o capuchinho vermelho dizia...ou perguntava: "Avozinha, porque é que tens uma orelhas tão grandes?!" Sempre podia chamar o Smeagol/Gollum